Eu não Venho Fazer um Dircurso

É CULTURA!

Eu não Venho Fazer um DiscursoEu não Venho Fazer Um Discurso é a terceira frase do texto que, aos dezassete anos, Gabriel García Márquez leu aos seus colegas do liceu de Zipaquirá e é também o título que escolheu para este livro onde se reúnem todos os textos que escreveu para ler em público. Em 1972, afirmou na cerimónia de entrega do Prémio Rómulo Gallegos por Cem Anos de Solidão que havia duas coisas que tinha prometido a si mesmo nunca fazer: «receber um prémio e pronunciar um discurso».

Mas, dez anos depois, recebeu o Prémio Nobel, e teve de fazer o discurso mais importante da sua vida de escritor. Desde então, este género tornou-se essencial para a sua carreira como autor cuja presença era solicitada em todo o mundo.

Perante ouvintes tão variados como companheiros de secundária, reis e presidentes, militares, cineastas, jovens admiradores, ou colegas jornalistas e escritores, García Márquez aborda, entre inúmeros…

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Ciranda de mariposas, poesia de Henriqueta Lisboa

MARIPOSAS…

Peregrinacultural's Weblog

insetos se reunem, Hazel Frazee, Child Life 1927-03Insetos se reúnem, ilustração de Hazel Frazee, para a capa da Revista Child’s Life, março de 1927.

Ciranda de Mariposas

Henriqueta Lisboa

Vamos todos cirandar
ciranda de mariposas.
Mariposas na vidraça
são jóias, são brincos de ouro.

Ai! poeira de ouro translúcida
bailando em torno da lâmpada.
Ai! fulgurantes espelhos
refletindo asas que dançam.

Estrelas são mariposas
(faz tanto frio na rua!)
batem asas de esperança
contra as vidraças da lua.

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Como destruir o relacionamento pouco a pouco

CASE-SE!

BLOG DO RONALDO

casal

Todas as pessoas mudam ao longo da vida. E desenvolvem diferentes formas de ser. Algumas se tornam melhores, humanizam-se ainda mais; outras passam a apresentar uma natureza perversa. Pois é… Isso não é coisa de novela. A pessoa com a qual a gente se relaciona hoje, não é a mesma de cinco anos atrás; nem será a mesma daqui outros cinco.

Acontece que como as coisas vão acontecendo de maneira gradual, nem sempre observa-se que o futuro do relacionamento pode estar em xeque. Por isso, por mais amor que exista, é fundamental reparar como tem agido os parceiros. Comportamentos negativos, quando ainda não se tornaram hábitos, podem ser corrigidos. E isso ajuda a salvar o romance.

Gritosnada justifica que uma pessoa grite com a outra. Se uma das partes está irritada demais, passando por um momento difícil, o melhor é se afastar, acalmar-se e depois tentar conversar. Gritos…

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O Canto da Juriti – Cassiano Ricardo

LINDO!!!!

Poesias Preferidas

Juriti-Leptotila verreauxi (Juriti – Leptotila verreauxi)

Eu ia andando pelo caminho
em pleno sertão, o cafezal tinha ficado lá longe…
Foi quando escutei o seu canto
que me pareceu o soluço sem fim da distância…

A ânsia de tudo o que é longo como as palmeiras.
A saudade de tudo o que é comprido como os rios…
O lamento de tudo o que é roxo como a tarde…
O chôro de tudo o que fica chorando por estar longe…
bem longe.

Cassiano Ricardo

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Karin Altenberg e a paisagem em seus romances

Peregrinacultural's Weblog

Cecilia Rosslee (AfricadoSul) eminutosdepaz,ost,ColPartUns minutos de paz

Cecília Rosslee (África do Sul, contemporânea)

óleo sobre tela

www.ceciliarosslee.com

Achei interessante a descrição do valor da paisagem para Karilan Altenberg, escritora britânica, nascida na Suécia, que explicou no  artigo, Karin Altenberg: ‘landscape in my novels is not just backdrop – it is both stage and actor’ no jornal The Irish Times, a importância da localização em suas histórias. Para ela, a paisagem é muito mais que o simples ambiente em que a trama se desenvolve, ela é parte intrínseca da história.

“A localização do romance para mim é tão importante quanto a trama.  O lugar é um conceito existencial, intimamente ligado ao nosso estar no mundo.  Experimentamos nossa identidade, de maneira significativa, através do lugar e da comunidade a qual sentimos que pertencemos: uma espécie de lar arquétipo do qual  podemos sempre escapar e para o qual podemos regressar. E todos…

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Il suicidio del co-pilota: espressione del nichilismo della cultura?

Leonardo Boff

Il suicidio premeditato del co-pilota Andreas Lubitz della Germanwings, con a bordo 149 persone, suscita varie interpretazioni. Cè stata sicuramente una componente psicologica di depressione, associata al timore di perdere il posto di lavoro. Ma per arrivare a questa soluzione disperata di porre fine volontariamente alla sua vita trascinando con sé altre 149 persone, implica un qualcosa di molto profondo e misterioso che dobbiamo ad ogni costo tentare di decifrare.

Di fatto, questo timore di perdere il posto di lavoro e vivere schiacciati dalla frustrazione di non poter mai più realizzare i propri sogni, crea in non poche persone, l’ansia; dall’ansia la perdita del senso della vita e da questa perdita la volontà di morire. La crisi della geo-società sta facendo sorgere una specie di “mal-essere nella globalizzazione” replicando il “Mal-essere nella cultura” di Freud.

A causa della crisi, le imprese e i loro dirigenti portano la competitività fino al…

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