MÃE CORUJA!

praça

IMAGINANDO!

Não quero,

não posso,

não devo contar!

O que posso imaginar sem pensar,

sem criar…

Eu até posso tentar;

mas contar…

Isto é como falar sozinho.

Só com o vento,

enquanto passa o tempo.

Em um único momento,

eu penso no que devo fazer;

se devo contar ou parar de lembrar;

esquecer e depois tentar resolver os problemas.

Mas como faço isto?

Se eu contar, o que acontece?

Cada segundo que passa me faz lembrar

de uma praça com muitas pessoas.

Será que uma delas acreditaria?

Francisco André

Menino de 11 anos, filho de uma borboleta.

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