TIM, SIM!

timmm
VOCÊ
Tim Maia
De repente a dor
De esperar terminou
E o amor vei enfim
Eu que sempre sonhei
Mas não acreditei
Muito em mimVi o tempo passar
O inverno chegar outra vez
Mas dessa vez
Todo o pranto sumiu
Como encanto surgiu
Meu amor

Você é algo assim
É tudo pra mim
É como eu sonhava, baby
Você é mais do que sei
É mais que pensei
É mais que eu esperava, baby

Sou feliz agora
Não, não vá embora não
Você é algo assim
É tudo pra mim
É como eu sonhava, baby

Você é mais do que sei
É mais que pensei
É mais que eu esperava, baby

Sou feliz agora
Não, não vá embora nao

Sou feliz agora
Não, não vá embora, não

Vou morrer de saudades

MÃE CORUJA!

praça

IMAGINANDO!

Não quero,

não posso,

não devo contar!

O que posso imaginar sem pensar,

sem criar…

Eu até posso tentar;

mas contar…

Isto é como falar sozinho.

Só com o vento,

enquanto passa o tempo.

Em um único momento,

eu penso no que devo fazer;

se devo contar ou parar de lembrar;

esquecer e depois tentar resolver os problemas.

Mas como faço isto?

Se eu contar, o que acontece?

Cada segundo que passa me faz lembrar

de uma praça com muitas pessoas.

Será que uma delas acreditaria?

Francisco André

Menino de 11 anos, filho de uma borboleta.