Lupita Nyong’o é eleita a mulher mais bonita do mundo.

Maravilhosa!

4Ladies Blog!

Meninas, vcs viram quem foi eleita pela Revista People como a mulher mais bonita do mundo?

A MARAVILHOSA Lupita Nyong’o!

Me senti muito feliz em ver essa noticia, sou super fã dela, acho que ela tem uma elegância que não é para qualquer pessoa, e vamos combinar que é uma grande conquista, visto que muitas pessoas negras sofrem com o preconceito, ela sambou na cara da sociedade! Aplausos! Sua beleza é realmente encantadora. #soufã

A novidade foi revelada nesta quarta-feira, 23, durante o programa Today, da NBC. Em 2013, a eleita foi Gwyneth Paltrow.

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Trouxe um pedaço da matéria que lí para vcs:

Foi muito animador e um grande elogio. E especialmente, fiquei feliz por todas as garotas que me veem e agora se sentem vistas também, declarou Lupita à revista, da qual é a capa da edição de 25 anos.

A atriz…

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Quer eu contemple um musgo – Hermann Hesse

MUITO MAIS QUE LINDA…

Poesias Preferidas

Butterfly
Quer eu contemple um musgo, um cristal, uma flor, um escaravelho dourado; ou o céu povoado de nuvens, o mar com os contornos abandonados de suas dunas gigantescas, uma borboleta com suas nervuras de cristal, o talho e as coloridas pinceladas de suas asas, e os arabescos e os desenhos ornamentais, e as doces, fascinantes, infinitas, palpitantes cores, ora fortes, ora suaves; — sempre que com os olhos ou qualquer sentido corporal contemplo uma parcela da natureza, todo absorto e imantado por sua magia, e, por um momento, me entrego a seu ser e sua gratificante revelação; acontece então que, neste exato momento, esqueço e alijo de mim todo o mundo cheio de cegueira e cobiça da miséria humana; e longe de pensar ou de dar ordens, em vez de amontoar ou de roubar para mim, em vez de lutar ou de reorganizar, outra coisa não faço, àquela hora, senão…

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Van Gogh — os auto-retratos

Muitíssimo interessante!

vicio da poesia

1889 Agosto

Foram numerosos os auto-retratos pintados por Vincentvan Gogh (1853-1890) nos últimos anos de vida. Atenho-me aos retratos realizados nos anos 1887-1889.

1887 Março-Abril aPara o período destes auto-retratos, as circunstâncias de biografia de van Gogh são conhecidas: a instalação em Arles com o propósito de criar uma comunidade de artistas, as dificuldades em vender obras suas, o conflito com Paul Gauguin, o corte da orelha e os episódios de insânia; e  têm ocupado biógrafos e leitores, colocando a fruição das obras na perspectiva da vida do artista.

1888 Setembro  - dedicado a GauguinAo vê-las, interessa-me sobretudo o confronto da técnica com o poder expressivo das imagens, dando conta de uma complexidade de sentimentos através de uma paleta irrealista e de uma pincelada visivelmente ostensiva, que acrescenta drama ao olhar o retratado.

1887 Verão  c

Sendo sempre o mesmo homem, retrato a retrato seguimos entre a placidez e a determinação, até mesmo à obstinação, e à tragédia da loucura, tomando…

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TORQUATO NETO, CAETANO E “CAJUÍNA” – É LONGO, MAS VALE A PENA….

 

Cajuína

Caetano Veloso

Existirmos: a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina

http://globotv.globo.com/rede-globo/altas-horas/v/caetano-veloso-conta-a-historia-da-musica-cajuina/3119899/

Torquato Neto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Torquato Neto

Torquato Neto em cena do filme “Nosferatu no Brasil”.

Informação geral
Nome completo Torquato Pereira de Araújo Neto
Nascimento 9 de novembro de 1944
TeresinaPI
 Brasil
Data de morte 10 de novembro de1972 (28 anos)
Rio de JaneiroRJ
 Brasil

Torquato Pereira de Araújo Neto (Teresina9 de novembro de 1944 — Rio de Janeiro10 de novembro de 1972) foi um poeta, jornalista, letrista de música popular, experimentador da contracultura brasileiro.

Torquato Neto era filho de um defensor público (Heli da Rocha Nunes) e de uma professora primária de Teresina (Maria Salomé Nunes). Mudou-se para Salvador aos 16 anos para os estudos secundários, onde foi contemporâneo de Gilberto Gil no Colégio Nossa Senhora da Vitória e trabalhou como assistente no filme Barravento, de Gláuber Rocha.

Torquato envolveu-se ativamente na cena cultural soteropolitana, onde conheceu, além de Gil, Caetano VelosoGal Costa e Maria Bethânia. Em 1962, mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar jornalismo na universidade, mas nunca chegou a se formar. Trabalhou para diversos veículos da imprensa carioca, com colunas sobre cultura no Correio da ManhãJornal dos Sports e Última Hora. Torquato atuava como um agente cultural e polemista defensor das manifestações artísticas de vanguarda, como aTropicália, o Cinema Marginal e a Poesia Concreta, circulando no meio cultural efervescente da época, ao lado de amigos como os poetas Décio PignatariAugusto e Haroldo de Campos, o cineasta Ivan Cardoso e o artista plástico Hélio Oiticica. Nesta época, Torquato passou a ser visto como um dos participantes do Tropicalismo, tendo escrito o breviário “Tropicalismo para principiantes”, onde defendeu a necessidade de criar um “pop” genuinamente brasileiro: “Assumir completamente tudo que a vida dos trópicos pode dar, sem preconceitos de ordem estética, sem cogitar de cafonice ou mau gosto, apenas vivendo a tropicalidade e o novo universo que ela encerra, ainda desconhecido”. Torquato também foi um importante letrista de canções icônicas do movimento tropicalista.

No final da década de 1960, com o AI-5 e o exílio dos amigos e parceiros Gil e Caetano, viajou pela Europa e Estados Unidos com a mulher Ana Maria e morou em Londres por um breve período. De volta ao Brasil, no início dos anos 1970, Torquato começou a se isolar, sentindo-se alienado tanto pelo regime militar quanto pela “patrulha ideológica” de esquerda. Passou por uma série de internações para tratar do alcoolismo, e rompeu diversas amizades. Em julho de 1971, escreveu a Hélio Oiticica: “O chato, Hélio, aqui, é que ninguém mais tem opinião sobre coisa alguma. Todo mundo virou uma espécie de Capinam (esse é o único de quem eu não gosto mesmo: é muito burro e mesquinho), e o que eu chamo de conformismo geral é isso mesmo, a burrice, a queimação de fumo o dia inteiro, como se isso fosse curtição, aqui é escapismo, vanguardismo de Capinam que é o geral, enfim, poesia sem poesia, papo furado, ninguém está em jogo, uma droga. Tudo parado, odeio.”

Torquato se matou um dia depois de seu 28º aniversário, em 1972. Depois de voltar de uma festa, trancou-se no banheiro e abriu o gás. Sua mulher dormia em outro aposento da casa. O escritor foi encontrado na manhã seguinte pela empregada da família.

Sua nota suicida dizia: “FICO. Não consigo acompanhar a marcha do progresso de minha mulher ou sou uma grande múmia que só pensa em múmias mesmo vivas e lindas feito a minha mulher na sua louca disparada para o progresso. Tenho saudades como os cariocas do tempo em que eu me sentia e achava que era um guia de cegos. Depois começaram a ver e enquanto me contorcia de dores o cacho de banana caía. De modo que FICO sossegado por aqui mesmo enquanto dure. Ana é uma SANTA de véu e grinalda com um palhaço empacotado ao lado. Não acredito em amor de múmias e é por isso que eu FICO e vou ficando por causa de este amor. Pra mim chega! Vocês aí, peço o favor de não sacudirem demais o Thiago. Ele pode acordar”. Thiago era o filho de dois anos de idade.

Na década de 1980, a partir de 1984, as gerações mais recentes puderam apreciar o talento poético de Torquato através de seu obscuro poema, “Go Back”, que naquele ano recebeu a primeira gravação musical do grupo Titãs, com música feita pelo tecladista e um dos cantores do grupo, Sérgio Britto. A popularidade seria consagrada em 1988, quando os Titãs deram um arranjo ainda mais vigoroso à música, faixa-título de um disco gravado em Montreux, na Suíça.

Na madrugada do dia 27 de setembro de 2010, seu pai, o defensor público Dr. Heli Rocha Nunes, 92 anos de idade, morreu em Teresina, após uma parada cardíaca. A família aguardou a chegada do único filho do poeta piauiense, Thiago de Araújo Nunes (piloto de aeronave em uma companhia aérea brasileira), para realizar o sepultamento do avô.

Frases[editar | editar código-fonte]

“Escute, meu chapa: um poeta não se faz com versos. É o risco, é estar sempre a perigo sem medo, é inventar o perigo e estar sempre recriando dificuldades pelo menos maiores, é destruir a linguagem e explodir com ela (…). Quem não se arrisca não pode berrar.”

Composições[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • Tropicália ou panis et circensis (1968) – Philips LP
  • Os últimos dias de Paupéria (1973) – Eldorado Editora Compacto simples
  • Torquato Neto – Um poeta desfolha a bandeira e a manhã tropical se inicia (1985) – RioArte/Prefeitura do Rio de Janeiro e Governo do Estado do Piauí LP
  • Todo dia é dia D (2002) – Dubas Música CD

Bibliografia

Torquato Neto: uma poética de estilhaços. São Paulo: Annablume, 2002 194 p. (Autor: Paulo Andrade)

Torquato Neto. Os Últimos Dias de Paupéria. (Org. Ana Maria Silva Duarte e Waly Salomão), Rio de Janeiro: Max Limonad, 1984.

Torquato Neto. Torquatália – do Lado de Dentro: Obra Reunida de Torquato Neto (vol. 1). (Org. Paulo Roberto Pires). Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2005.
Torquato Neto. Torquatália – Geléia Geral: Obra Reunida de Torquato Neto (vol. 2). (Org. Paulo Roberto Pires). Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2005.

Filmografia

Como ator
  • Nosferatu, de Ivan Cardoso. Como protagonista, “Vampiro” (1970).
  • Terror da Vermelha, de Torquato Neto. Participação. (1971/1972).
  • Adão e Eva do Paraíso ao Consumo (super 8, Teresina, roteiro de Edmar Oliveira – Torquato Neto – Adão- e Claudete Dias – Eva).
Como diretor
  • Terror da Vermelha, (1971/1972).

Referências

  • Torquato Neto. – Verbete sobre o escritor no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.
  • Toninho VazPra mim chega, a biografia de Torquato Neto– (Ed. Casa Amarela) 2004.
  • Paulo Henriques Brito. Torquato Neto. Centro de Cultura Alternativa/ Rio Arte / Projeto Torquato Neto/ Secretaria de Cultura, Desportos e Turismo do Piauí, 1985.
  • Kenard Kruel. Torquato Neto ou a Carne Seca é Servida, Teresina, Editora Zodíaco, 2a. edição, 2008. (www.krudu.blogspot.com)

Biografias sobre Torquato Neto

  • Toninho Vaz.Pra mim chega, a biografia de Torquato Neto– (Ed. Casa Amarela) 2004
  • Kenard Kruel. Torquato Neto ou a Carne Seca é servida. Teresina, Editora Zodíaco, 2a. edição, 2008 (www.krudu.blogspot.com).

Ligações externas