APESAR DE TUDO….BRINDEMOS À VIDA….

champanhe

Champagne

Peppino di Capri

Champagne per brindare un incontro
Con te che già eri di un altro
Ricordi c’era stato un invito:
“stasera si va tutti a casa mia”

Cosi cominciava la festa
E già ti girava la testa
Per me non contavano gli altri
Seguivo con lo sguardo solo te

Se vuoi ti acompagno, se vuoi
La scusa più banale
Per rimanere soli, io e te

E poi gettare via e perché
Amarti como sei
La prima volta, l’ultima

Champagne per un dolce segreto
Per noi un amore proibito
Ormai resta solo un bicchiere
E dun ricordo da gettare via

Lo so, mi guardate lo so
Mi sembra una pazzia
Brindare solo senza compagnia

Ma io, io devo festeggiare
La fine di un amore
Cameriere, champagne!

Champanhe

Peppino di Capri

Champagne para brindar um encontro
Com você que já era de um outro
Lembro-me de que convidei-a:
“Para ir à minha casa naquela noite”

Assim que começou a festa
E enquanto você rodava
Para mim, não contavam os outros
Segui você com meus olhos.

Se você quiser, te acompanho

Desculpa trivial

Para ficarmos sozinhos,

você e eu

E depois deixar tudo lá fora
amar-te como sei,
na  primeira e última vez.

Champagne por um doce segredo
Para nós, um amor proibido
Agora resta apenas um copo
E lembre-se de não jogar fora

Eu sei, eu sei que você me olha
Parece-me loucura
Beba apenas sem companhia

Mas eu, eu tenho que comemorar
O fim de um amor
Garçom, champanhe!
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sites

http://www.youtube.com/watch?v=UfO-VCWgaJs

TODAS AS CARTAS DE AMOR SÃO RIDÍCULAS – QUESTÕES MANUSCRITAS

 

 

questões manuscritas

  • Todas as cartas de amor são ridículas

    05/06/2012 14:51 | Autor: Pedro Corrêa do Lago

    Compartilhar:
    Imprimir:

    Fernando Pessoa levou uma vida modesta e solitária. Sua única “namorada” foi a jovem Ophélia Queiroz, menina inocente que encontrara em 1920, quando tinha 19 anos e o poeta 31. O romance só veio à tona em 1978, com a publicação das quase 50 cartas de Fernando à Ophélia, que esta conservara piedosa e discretamente desde 1930, data da última.

    Descobriu-se então um lado inesperado de Pessoa, falando às vezes com a amada como criança, o que levou certos puristas a considerar que a publicação dessas cartas prejudicava a imagem de Fernando Pessoa. Outros estudiosos, mais numerosos, acharam que, ao contrário, a dimensão trivial que as cartas acrescentavam, humanizava a figura do poeta. Afinal, o próprio Pessoa escrevera que “todas as cartas de amor são ridículas”…

    A gigantesca fama póstuma de Pessoa repousa naturalmente na qualidade de seu legado literário, − publicado em sua quase totalidade décadas após sua morte, − mas também na extrema originalidade do uso de diversos heterônimos que assinam porções de sua obra, entre os quais os mais famosos são Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caiero.

    Reproduzida nesta página, uma das cartas para Ophélia é justamente assinada pelo “engenheiro Álvaro de Campos” e refere-se ao próprio Fernando Pessoa de forma irônica:

     

     

    Clique na imagem para ampliá-la

    “Um abjeto e miserável indivíduo chamado Fernando Pessoa, meu particular e querido amigo, encarregou-me de comunicar a V. Exa. – considerando que o estado atual dele o impede de comunicar qualquer coisa mesmo a uma ervilha seca (exemplo de obediência e de disciplina) − que V. Exa. está proibida de:

    1 – Pesar mais gramas

    2 – Comer pouco

    3 – Não dormir nada

    4 – Ter febre

    5 – Pensar no indivíduo em questão

    Pela minha parte, e como íntimo e sincero amigo que sou do meliante, cuja comunicação (com sacrifício) me encarrego, aconselho V. Exa. a pegar na imagem mental que acaso tenha formado do indivíduo, cuja citação está estragando esse papel razoavelmente branco, e deitar essa imagem mental na pia, por ser materialmente impossível dar esse justo Destino à entidade fingidamente humana a quem ele competiria, se houvesse justiça no mundo.

    Cumprimento a V. Exa., Álvaro de Campos, Engenheiro Naval”.

     

    Ophélia contou mais tarde que teria dito ao namorado: “Detesto esse Álvaro de Campos. Gosto é do Fernando Pessoa”.

    A carta, de setembro de 1929, é das primeiras que Pessoa mandou a Ophélia já na segunda parte de seu relacionamento, quando retomaram por quatro meses sua correspondência, após nove anos de afastamento.

    Ophélia morreu aos 90 anos, em 1991, e seus herdeiros venderam dez anos depois o conjunto de cartas em bloco, num leilão em Londres, quando foram adquiridas por seu atual detentor, que pretende publicar toda a correspondência em fac-símile no correr deste ano.

Sobre o Blog

Pedro Corrêa do Lago, nascido no Rio de Janeiro em 1958, é mestre em economia pela PUC – Rio. Interessa-se por manuscritos desde os 13 anos e formou a maior coleção brasileira particular de documentos históricos e literários.

Fale com o blog
Para entrar em contato clique aqui e escolha a opção “site”

http://revistapiaui.estadao.com.br/blogs/questoes-manuscritas/geral/todas-as-cartas-de-amor-sao-ridiculas

 

 

 

 

 

QUEM NÃO QUER ESSE CARA…..

Imagem

Esse Cara Sou Eu

O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora
Que está todo o tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você

E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu

O cara que pega você pelo braço
Esbarra em quem for que interrompa seus passos
Está do seu lado pro que der e vier
O herói esperado por toda mulher

Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo
Esse cara sou eu

O cara que ama você do seu jeito
Que depois do amor você se deita em seu peito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te fala outras coisas, te causa calor

De manhã você acorda feliz
Num sorriso que diz
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu

Eu sou o cara certo pra você
Que te faz feliz e que te adora
Que enxuga seu pranto quando você chora
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu

O cara que sempre te espera sorrindo
Que abre a porta do carro quando você vem vindo
Te beija na boca, te abraça feliz
Apaixonado te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Ele te ama

http://letras.mus.br/roberto-carlos/esse-cara-sou-eu/

O que vestir no Ano Novo?

Brisa da Vaidade

2745243_twentylook

Oi amores, primeiro queria desejar um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo pra vocês, muita saúde, paz e amor. Aproveitaram bastante a ceia? No outro post dei algumas inspirações para o Natal e hoje é a vez de inspirações para o Ano Novo.
A maioria de vocês deve passar na praia mas isso não quer dizer que não possam se ”produzir” um pouco mais, claro que não vamos de salto alto se vamos pular as ondas né haha, enfim assim como o Natal podemos sim usar algo mais festa isso vai do gosto de cada uma. A tradição é usar branco mas e se quiser outra cor? Fique á vontade pois quem faz a moda é você. Vamos aos looks que eu separei:

2742520_121231

3312284_2

3308112_teatime-lb-fb2

3304005_lookbook

1824511_111231-1

1824762_1 (1)

2282137_4fd9a5aaec8d831321000005Espero que tenham gostado! Beijos e até o próximo post.
Imagem Transparente

Ver o post original