Inveja

Inveja

Um dos sete pecados capitais.

Talvez, o pior deles, eis que destrói àquele que a sente e cultiva.

O primeiro sinal de um invejoso crônico são frases, como: “nasci prá arrasar”; “sou demais”; “morram de inveja”, etc.

Inconscientemente, estar-se-á dizendo a si mesmo: EU SOU UM FRACASSO!

São indicações precisas de baixa auto-estima e inteligência emocional pouco desenvolvida.

Pesquisas recentes revelam que os recados que passamos aos outros utilizando-nos da linguagem velada ou sinalizada dirigem-se, via-de-regra, a nós mesmos.

São verdadeiros  punhais que cravamos no próprio corpo.

O estresse causado pela  espera à reação da provocação feita é capaz de levar-nos a um nível de adrenalina tal, que pode vir a desencadear males muito superiores aos causados pelo fumo ou a bebida.

Geralmente, a inveja é um sentimento superposto.

Sobrepõe-se aos chamados “fracassos”; seja nos estudos, na vida afetiva, no trabalho ou na imagem que fazemos de nós mesmos.

O antídoto contra a inveja é a prática diária da auto-valorização.

O que significa?

Significa dignificar seu corpo e sua mente com pensamentos e atitudes capacitantes.

Trabalhar, estudar, ler ou praticar atividades que nos coloquem em contato com as necessidades do outro são verdadeiras ferramentas contra essa traça mental e espiritual.

É sempre bom lembrar, pelo menos aos não céticos: somos feitos de corpo, alma e espírito; Criações perfeitas de um Ser Supremo.

Havemos de fornecer o alimento necessário para que cada uma das nossas “fontes de energia” funcione com a harmonia e a perfeição com que foram projetadas.

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 Assim sendo, é salutar pensar que “um copo, mesmo vazio, está cheio de ar”.

Somos seres  valorosos,  independentemente da idéia que fazemos de nós mesmos.

As atitudes e caminhos que escolhemos, bem como os nossos valores interiores é que determinam o “sucesso” das nossas vidas.

Paremos de subestimar a inteligência dos outros, achando que são secretas as nossas mensagens cifradas.

Pensemos em nós; concentremo-nos em nós e, certamente chegaremos à conclusão de que somos muito melhores do que imaginamos.

Descubramos nossos dons; invistamos neles e, passemos a olhar o outro como uma extensão de nós mesmos.

Tenhamos a certeza de que em algum lugar de nós, há espaço para as nossas próprias vidas.

Por Rosânia Bastos

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