A ideia de Borboleta no Espelho

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ANTES QUE ESQUEÇA

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Borboleta

evoluir

Definição perfeita na materialidade,  das Singelezas de Deus
Resumo das metamorfoses na dinâmica das vidas.
Antes, lagarta;
Perspectiva da terra… o arrastar no chão;
O vislumbrar do céu na distância das alturas.
Introspecção do casulo;
Crisálida;
Vida nascendo das cinzas de outra vida;
Tempo de maturação.
Asas se fazendo
Nas multicores das tintas de seiva produzida no esforço da rebentação.
Porta que se abre;
Minúscula, demorada;
Supremo esforço;
Transformação.
Luz que adentra;
Asas que se abrem.
Casulo abandonado;
Cai. Aduba o chão.
Balé de movimentos;
Baile de asas;
Cores variadas.
Nova perspectiva;
O céu, em toda sua vastidão.
Visão invertida
N’uma mesma vida;
Transmutação!
(por Rosânia Bastos)

FRATERNIDADE……..NINA……Francisco Cândido Xavier.

Centro Espirita Virtual Luz e Sombra

A TODOS OS MEUS SEGUIDORES UM FELIZ ANO NOVO….

Ano Novo sempre sugere um balanço de nossas relações com o tempo.

Quantas promessas não cumpridas!…

Quantos planos frustrados!…

E aqueles que já se deixaram registrar no livro divino da responsabilidade perante DEUS, fazem contas com a própria consciência, renovando votos de serviços, compreensão, devotamento e renúncia…

Se desejamos porém, penetrar o segredo das horas, com a realização de nossas esperanças mais elevadas e com a execução gradual de nossos projetos, necessitamos de algo que nos modifique, à frente dos semelhantes, que nos suavize as atitudes, que nos traga correntes de simpatia, que nos inspire o trabalho incessante e digno e que nos alimente o espírito em mais altos padrões de serviço e confiança.

Esse algo, meus irmãos, é a fraternidade profundamente sentida e sinceramente vivida, que auxilie nossa alma, incentivando-a no bem, porque sem fraternidade, há sempre gelo e sombra…

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4 – Porque a morte pulsa nas veias da existência e ata minha vida ao bater dos segundos?

Porque é lindo…

O Outro Lado


“Sei dos crepúsculos, das manhãs, das tardes,

Medi minha vida em colherinhas de café”

Lunna Guedes

porque-a-morte-pulsa-nas-veias-da-existencia-e-ata-minha-vida-ao-bater-dos-segundos

Querida Taty,

Essa carta era para ter sido escrita ainda em Dezembro, mas os dias ganharam o simbolismo dos relógios e a vida tão ligeira quanto eles se embrenhou dentro das horas e quando dei por mim, já era ano novo, apesar de trazer o gosto do ontem em mim.
Acho que já disse que sou meio avessa a essa coisa de datas – que a maioria usa para mascarar de fato o que se devia fazer todo dia – e assim dou ênfase aos dias que são meus.
Dessas datas detesto os fogos  – apesar dos meus filhos caninos adorarem eles – e não sei porque comemorar qualquer coisa com barulhos a pipocar no céu. Ainda aqui escuto alguns nos arredores. É verdade que Lolla e Yoshi saem correndo para o quintal…

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No campo das pós-verdades; ou quando o verde também é azul — Revista Cult

A definição de “pós-verdade”, escolhida como palavra do ano pelo Oxford Dictionaries, resume bem os últimos anos, ao menos no Ocidente Pinocchio, de Igor Makarevich (Foto: Reprodução) Eduardo Marks de Marques Até meados de novembro de 2016, se alguém me falasse em “pós-verdade”, talvez a minha referência mental imediata fosse ao trabalho realizado pelo Ministério da Verdade…

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Como é viver na Suécia no inverno? — Diário de uma Teimosa

… é se vestir em camadas e constatar que a elegância passou longe, pois você mais parece uma cebola bem rechonchudinha do que outra coisa. … é sair de casa lá pelas 8 horas da manhã quando ainda está escuro e voltar quando o sol já disse tchau tchau… e isso se ele aparecer. … é ver e […]

via Como é viver na Suécia no inverno? — Diário de uma Teimosa